As farras das viagens, os dinheiros nos ‘pertences’, os empregos privilegiados, e mais recente a farra dos passaportes. Onde vamos parar...
Confesso que muito me indigna, ver tantas prerrogativas entre os entes dos políticos, que fico a imaginar onde esta a consciência desses meros herdeiros políticos. E me preocupo, pois bem sambemos que a maior aprendizagem dos filhos esta dentro de casa, seus pais.
Venho aqui retratar uma realidade, como tantas outras, mas que tem sua peculiaridade, e tem mexido muito comigo nesses últimos meses. Aqui retrato a realidade de um casal de idoso, que DIFERENTEMENTE desses políticos, tem vivido de forma desumana e cruel.
Não querendo os expor, opto por não identificá-los nesta matéria, mas afirmo que muitas pessoas conhecem essa realidade, principalmente o poder constituído do nosso município.
Conheci esse casal de idosos há alguns meses atrás, onde em uma visita missionária, deparei-me com uma realidade que para mim, era inexistente no meu município, ‘ate aquele dia’.
Eles moram neste simples casebre, onde compartilham com as galinhas e cachorros um espaço ínfero a qualquer outro já existente. Alem do mais, esse refugio, se assim puder o chamar, encontra-se a ponto de desmoronar, e os fazer no silencio da realidade, vitimas fatais.
Ate que ponto o rico ficará mais rico e o pobre mais pobre? Ate quando teremos nós, cidadãos, a iniciativa que de fato é a obrigação do poder publico?
Quero aqui agradecer a minha amiga de luta Maria de Fátima, que desde o principio tem se colocado a disposição nesta luta.
Hugo Júnior

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